sexta-feira, 19 de março de 2010

Uma Amizade Verdadeira, por Rev. Welerson Alves Duarte


A Amizade é um bem que infelizmente tem se tornado cada vez mais difícil de ser encontrado. Muitos se chamam amigos, mas a palavra já perdeu muito de seu real significado.

A palavra amigo é cheia de significado como se pode ver pelo texto de I Sm. 18.1: ”Sucedeu que, acabando Davi de falar com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a de Davi; e Jônatas o amou como à sua própria alma.” Esta passagem nos mostra que uma amizade verdadeira é estabelecida por um vínculo muito forte, o vínculo do amor fraternal.

I – Uma Amizade Verdadeira Pode Trazer Riscos
A amizade que nasceu no coração de Jônatas e Davi era algo tão profundo que levou Jônatas a arriscar-se em favor de seu amigo. Em I Sm 20.33 Saul tenta matá-lo por estar defendendo Davi: “Então, Saul atirou-lhe com a lança para o ferir; com isso entendeu Jônatas que, de fato, seu pai já determinara matar a Davi.” Jônatas, que parecia ter dificuldades em acreditar que seu pai ainda queria matar a Davi (I Sm 20.2: “Ele lhe respondeu: Tal não suceda; não serás morto. Meu pai não faz coisa nenhuma, nem grande nem pequena, sem primeiro me dizer; por que, pois, meu pai me ocultaria isso? Não há nada disso.”), agora tinha motivos de sobra pra crer que Saul estaria pronto a tudo para eliminar Davi, até mesmo matar seu próprio filho.

Jônatas agora sabia que se sua amizade com Davi fosse mantida ele corria risco de vida. Contudo isso não foi razão forte o suficiente para abalar aquela aliança de amor firmada entre Jônatas e Davi. Jônatas não estava disposto a abrir mão desta amizade por coisa alguma.

II – Uma Amizade Verdadeira Põe seus Interesses Pessoais em Segundo Plano.
Parece que Jônatas era o príncipe herdeiro pois Saul lhe diz que enquanto Davi vivesse nem Jônatas e nem seu reino estariam seguros (I Sm 20.31: “Pois, enquanto o filho de Jessé viver sobre a terra, nem tu estarás seguro, nem seguro o teu reino; pelo que manda busca-lo, agora, porque deve morrer.”). Davi era portanto uma ameaça a Jônatas e conseqüentemente a toda a sua posteridade já que se Davi assumisse o trono Jônatas não seria o próximo rei, seu filho não seria o príncipe herdeiro e assim por diante. No entanto, ao invés de odiar Davi e tentar eliminalo, ele o ama e protege. Eliminar Davi não seria difícil já que ele dispunha de informações privilegiadas a respeito de Davi e este confiava nele. Davi fugiria de Saul, mas não de Jônatas. Pior do que um inimigo é um falso amigo. Dizem que um sábio antigo orava pedindo a Deus que cuidasse de seus amigos pois dos inimigos ele era capaz de cuidar. Se Jônatas fosse um falso amigo, se Jônatas se deixasse levar por interesses pessoais Davi estaria
correndo serio risco. E é preciso lembrar que o interesse pessoal de que estamos falando não era uma coisa qualquer, era o trono de Israel.

Muito triste é quando se confia em alguém, o tem como amigo sincero, como irmão e se vê traído pelo mesmo ter se deixado levar por interesses, por benefícios muito menores que aquele do qual Jônatas estava abrindo mão. Infelizmente isto não é algo incomum. Jônatas sabia que pessoas valem mais que coisas, mais que posição. Para Jônatas o trono não era mais importante que a amizade de Davi.

III – Uma Amizade Verdadeira Está Firmada num Firme e Sincero Amor
Esta característica da verdadeira amizade é o vínculo da mesma. Foi o amor que moveu Jônatas a por sua vida em risco e com certeza foi um amor sincero e firme que moveu Epafrodito a viajar cerca de 2.000 Km da Macedônia a Roma para cuidar de Paulo, podendo com isso perder muito, inclusive sua própria vida, seja através de um acidente durante a
viagem, uma enfermidade contraída - o que acabou acontecendo e quase o ceifou ( Fp 2.27: Com efeito, adoeceu mortalmente; Deus, porém, se compadeceu dele e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza.) – ou ainda pela condenação de Paulo.
Foi o amor que moveu tanto Jônatas quanto Epafrodito a deixar interesses pessoais para cuidar dos interesses do objeto de seu amor. Paulo em I Co. 13.4 e 5 diz o seguinte: “O amor ....... não procura os seus interesses, ....” . Isso era uma realidade na vida
destes amigos.

IV – Uma Verdadeira Amizade é Fiel
Jônatas e Davi tinham uma aliança. Em I Sm. 18.3 é dito que Davi e Jônatas fizeram aliança (“Jônatas e Davi f izeram aliança; porque Jônatas o amava como a sua própria alma”). A natureza da aliança não é aqui declarada de modo explícito, mas creio que podemos inferir ser uma aliança de amor fraternal, ou seja, uma aliança de amizade.
Uma verdadeira amizade é marcada pela fidelidade.

Conclusão
Amigo é aquele com quem podemos ser nós mesmos. Ser nós mesmos implica uma apresentação sem reservas e espontânea de si mesmo, sem o autocontrole exigido pelas regras da polidez. Li certa vez que amigo é aquele com quem se pode pensar
alto. Amizade em nossos dias, em muitos casos, significa se aproximar de alguém que pode oferecer algo. Quando não tem mais o que oferecer deixa de ser amigo e aquele que até então não era amigo mas agora tem algo a oferecer, passa a ser o amigo da vez.
Salomão fala sobre isso de modo claro em pelo menos duas passagens de Provérbios: Pv. 19.4, 6 – “As riquezas multiplicam os amigos; mas, ao pobre, o seu próprio amigo o deixa... Ao generoso, muitos o adulam, e todos são amigos do que dá presentes”.

O cachorro e o gato são interessantes ilustrações do que acabamos de dizer: Alguém já viu andarilhos ou moradores de rua com gatos? Certamente não, mas todos já os vimos com cachorros. Um cão morre de fome ao lado de seu dono, mas não o abandona, enquanto que o gato segue o primeiro que lhe oferecer comida. Vê-se que quando alguém quer ofender um falso amigo chamando-o de cachorro comete uma grande injustiça (com os cachorros, é claro).
Que tipo de amigo você tem sido e que tipo de amigos você tem ao seu redor? Que Deus faça de nós amigos de verdade e assim também nos dê amigos com quem tenhamos uma real aliança de amor fraternal.
Só pode ser amigo de verdade aquele que confia no Senhor, aquele que sabe que Deus está no controle de todas as coisas e que cuida dos seus. Em Pv. 29.25 encontramos as seguintes palavras: “Quem teme ao homem arma ciladas, mas o que confia no Senhor está seguro”. Quem confia no Senhor não precisa de armações, associações com falsas amizades pois ele tem a sua vida confiada co Senhor. Só este consegue ser amigo de verdade, sem medo
de ser traído, sem medo de ser passado pra traz, sem busca de interesses pessoais.

“Em todo tempo ama o amigo, e na angustia se faz o
irmão” Pv. 17.17



Rev. Welerson Alves Duarte

domingo, 7 de março de 2010

Foi bom demais!! Retiro de Carnaval da Jubac


Olá pessoal!!

Desculpa a demora pra postarmos sobre o retiro. Mas hoje vamos falar dele.

Nos dias 13, 14 e 15 de feverreiro aconteceu na chacara Santos em GV, o retiro da Juventude Batista de Cuparaque.

Fomos ricamente abençoados com palavras de Deus, através da ministração do lider de jovens Edson Antônio Demétrio. Além de curtimos momentos maravilhosos proporcioandos por Deus, tivemos muita diversão, comunhão e alegria com o irmãos. O ministério Ainew já se sente parte dessa família. Agradeçemos o convite, Deus abençoe os irmãos.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Acima das desilusões

Na vida todos nós enfrentamos desilusões.
Nos decepcionamos com amigos, parentes, e até conosco mesmo.
Nos desiludimos quando vemos um sonho se transformar em pesadelo, um alvo se transformar numa miragem bem distante, um desejo desaparecer como uma neblina.
A desilusão dói, como um ferimento. Atinge a qualquer um, sem acepção.Mas o importante é saber que novos sonhos podem ser sonhados, e que um novo dia certamente amanhecerá.
Fomos criados por Deus com a incrível capacidade de nos recuperarmos.
Fomos feitos com a capacidade de sair das cinzas para a glória, do nada para o tudo, da derrota para a vitória.
Como a águia, temos dentro de nós o desejo de voar grandes alturas, portanto também acima das desilusões.
Cada desilusão é um convite a um novo sonho, a uma nova visão da vida.
É um convite a um novo desafio, a um novo caminho...


Fonte: www.bisporonilto.com

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Dilemas no namoro cristão, por Sérgio R. Ferreira

É possível que alguns jovens pensem que se estiverem namorando então automaticamente estão fazendo a vontade de Deus, pois não estão “ficando” como o mundo faz. Mas esse não é um conceito correto. Entre crentes em Cristo, o namoro exige maturidade emocional, espiritual e até física. Por quê?

O cristão precisa seguir os princípios bíblicos, não somente no namoro, mas em todas as situações. Por isso os jovens cristãos que já estão namorando, devem estar atentos aos padrões de santidade, verdade, e domínio próprio contidos nas Escrituras. Pensar em namorar é natural, e se você ainda não teve esse pensamento, certamente terá algum dia. O namoro é um período muito bom, e é perfeitamente normal que jovens crentes queiram iniciar ou manter um namoro. Entretanto, é preciso entender que um namoro cristão envolve alguns dilemas.
O primeiro dilema é a idade. Temos encontrado adolescentes convertidos de doze ou treze anos que estão namorando “sério” com ou sem consentimento dos pais. Para o mundo de hoje é considerado comum o namoro começar aos onze ou doze anos, mas isso não deveria ser aceito pelos cristãos. Particularmente não acho aconselhável um namoro tão precoce por vários motivos. Um dos motivos é o propósito. Qual seria o propósito de um menino de treze anos ou uma menina de doze ao iniciar um namoro? Qual deveria ser o propósito?
A Bíblia nos ensina : "Quer comais, quer bebais, ou façais qualquer outra coisa (isso inclui o namoro), fazei tudo para a glória de Deus" (
1 Cor 10:31). Glorificar a Deus deve ser o propósito maior do namoro! Mas vale lembrar que namorar é lidar com os impulsos da carne. Quanto maior for a paixão, maior o desejo de tocar, possuir, explorar as carícias. Fugi da impureza! (1 Cor 6:18). Por isso, para glorificar a Deus no namoro, o jovem tem que ter maturidade espiritual para estabelecer limites, para controlar os desejos pecaminosos, e precisa conhecer a Bíblia, para que haja orientação mútua a respeito disso. Para o jovem cristão o principal requisito para um namoro que glorifica a Deus é este: maturidade espiritual. Mas é bom explicar que isso demanda tempo. Dificilmente um adolescente muito novinho terá tal respaldo espiritual para dizer não à carne e sim a Deus.
O segundo dilema é o local. Os adolescentes ou jovens normalmente procuram lugares isolados para namorar. Querem ficar sozinhos. Disso surgem outros agravantes. Alguns recebem seus namorados em seus quartos, ou no carro do pai, ou no escuro. Evite lugares perigosos. Creio que jovens cristãos que queiram namorar, deveriam assumir isso em público e frequentar a casa da moça, comunicar à igreja. Isso é saudável e não levanta suspeita do mal.
O terceiro dilema é o tempo. Um namoro que começa muito cedo, acaba levando muitos anos até que se possa pensar em casamento. A Bíblia diz: Caso, porém não se dominem , que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado (
1 Cor 7:9). Mas eu não posso casar!!! Então deveria, como cristão, se preparar, e esperar. Além disso, o namoro prolongado cria certa liberdade, certa intimidade, certos vínculos, que podem ser prejudiciais à consciência cristã. Por falar em tempo, é necessário falar do perigo de exceder horários apropriados por causa da inconveniência e do testemunho. Todas as coisas são lícitas, mas nem todas me convém (1 Cor 6:12). A madrugada não é o melhor horário para os jovens cristãos estarem na rua namorando, e nem se for em casa. Também é preciso que boa parte do tempo seja passado na companhia de outros cristãos, evitando assim, encontros misteriosos que estimulam a curiosidade pela sensualidade.
O quarto dilema é a mente. Uma mente muito ocupada com uma paixão, ou com os desejos da carne, pode enfraquecer a oração. Os contatos físicos em excesso podem interromper a oração. As brigas mal resolvidas, podem atrapalhar a oração. O namoro cristão deveria ser um motivo a mais para o jovem orar, e se isso não estiver acontecendo, o seu namoro não estará glorificando a Deus. A Bíblia diz: Tudo que é verdadeiro, tudo que é respeitável, tudo que é justo, tudo que é puro, tudo que é amável, tudo que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso que ocupe o vosso pensamento (
Filipenses 4:8). Manter a mente pura é um grande desafio no namoro cristão.
Você deve estar pensando: Mas irmão Sérgio!!!! Então o namoro cristão é difícil demaaaaaaaais! Não vou nem começar!
Calma jovem, não se assuste. Se você amar mais ao Senhor Jesus do que ao seu namorado(a), será possível se você se preparar adequadamente. É só orar bastante antes; orar durante, e saber esperar no Senhor. Vai encarar? Bom namoro cristão pra você!

Fonte>>>
http://www.umppvsm.com.br/

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Escola Sol Maior

Já está de portas abertas em Cuparaque a Escola de música sol maior, com cursos de baixo, violão, teclado e bateria.
Você que quer tocar um instrumento musical aproveite essa oportunidade, e faça já sua matricula.